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Veja o depoimento da jovem que acusou o prefeito de Santa Inês de estupro

A jovem e estudante de 18 anos que foi vítima do prefeito de Santa
Inês, Ribamar Alves, afirma que foi forçada a manter relações sexuais
com o gestor.


O Blog do Neto Ferreira teve acesso ao seu depoimento, onde a
estudante assegura que é maranhense, que morava no estado do Paraná, da
onde se deslocou para Santa Inês com o objetivo de vender livros para
custear a sua faculdade.


Durante a venda, a jovem chegou a oferecer livros para vereadores do
município. Em seguida foi até a sede da Prefeitura para mostrar também
ao gestor os materiais. Na ocasião, afirmaram que ela deveria se dirigir
até a casa do prefeito, pois o mesmo se encontrava lá.


Ao chegar ao imóvel, a vítima foi convidada a almoçar e depois
Ribamar Alves pediu a ela que o acompanhasse em uma das dependências da
residência que, entre outras coisas, tinha uma cama. “ Eu comecei falar
do seu trabalho, nesse momento o prefeito disse que parecia ser
carinhosa e pediu que eu fizesse carícias pelos seus cabelos, braços e
peitos, disse que estava ali para vender seus livros e fazer o meu
trabalho de maneira profissional” declarou a estudante em seu
depoimento.


Logo em seguida, o gestor pediu o seu contato telefônico para dar uma resposta referente à compra dos livros.

No documento consta que, por volta das 19h a vítima entrou em contato
com Ribamar para saber sobre a compra e o pagamento e disse para o
gestor ir até a casa onde estava hospedada para que pudessem conversar
sobre os materiais.


Às 21h, o prefeito chegou a residência da estudante e ela entrou no
carro dele e nesse momento, ela ressaltou que Alves estava confundindo
as coisas e ele retrucou dizendo que pagaria a quantia R$ 70 mil pelos
livros para ajudá-la a pagar a sua faculdade.


“Ele disse que estava apaixonado, que sua intenção era ter relações
sexuais, mas sim fazer amor” diz um dos trechos do depoimento.
A estudante afirmou ainda que se a proposta do prefeito fosse de manter
relações para poder pagar o curso não aceitaria. Depois, Ribamar
insistiu para que a jovem pegasse em suas partes íntimas, o que a mesma
negou. Mas foi forçada.


Nos autos, a estudante explica que ficou com medo de ser agredida,
por isso não revidou à insistência do gestor. “Ele disse que não
precisaria me preocupar, que nada de mal aconteceria. Ao chegar ao
motel, ele puxou a minha calça e me obrigou a manter relações sexuais
com ele”.


Veja abaixo o depoimento:

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