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“Precisamos de um Maranhão independente”, afirma deputado Wellington

No dia 7 de setembro, o Brasil deixou de ser colônia de Portugal e
tornou-se independente. Inspirado nesse ato histórico, o deputado
estadual Wellington do Curso (PPS) usou suas redes sociais para
ressaltar a importância da independência no alcance a todos os aspectos
da nação, a começar pela educação.

“Através de uma educação de qualidade é possível se conceder às
crianças de hoje a perspectiva de criarem um país e um Estado que sejam
plenamente independentes no amanhã. Uma nação independente é uma nação
composta por cidadãos conscientes e consciência se promulga com
educação”, afirmou.

Ao fazer referência à atual situação do País, o parlamentar ressaltou
que, mesmo diante das comemorações realizadas em todo o Brasil, os
brasileiros, além de não mais demonstrarem interesse pelo assunto,
também não têm motivos para comemorarem de fato, segundo ele, por
motivos relevantes.

“Neste dia 7, o País inteiro comemora a data com feriado, desfiles e
homenagens, mas o real significado da independência anda meio apagado na
memória dos brasileiros. O tema ainda é desinteressante para grande
parte dos brasileiros, limitando-se às citações na escola. Na nossa
realidade atual, os brasileiros andam meio ‘de cara feia’ com a recente
situação do país, o que é plenamente compreensível. O brasileiro
trabalha 4 meses e meio por ano para pagar impostos, embora não perceba
isso. O mesmo cidadão que, através de seus impostos paga para ter
assistência médica pública, tem que pagar plano de saúde particular,
muitas vezes pagar até por tratamentos que os planos de saúde não
cobrem; paga para que os filhos tenham educação pública de qualidade,
realidade esta que infelizmente pouco acontece, o que o faz pagar escola
particular devido à desqualificação do ensino público; tem que pagar
para ter uma aposentadoria, que nem sempre consegue; impostos por
estradas em boas condições, o que quase não vemos, principalmente no
Maranhão, e sem contar os desvios de verbas que viraram uma farra na
máquina governamental”, destacou.

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