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Dino confirma que iniciará este mês tratativas com líderes partidários sobre sua sucessão

O governador Flávio Dino confirmou, em entrevista à Rede Meio Norte, que reunirá, ainda este mês, com presidentes de partidos que lhe prestam apoio para iniciar diálogo acerca da sua sucessão, ano que vem.

O grupo político encabeçado por Dino, que deverá deixar o PC do B para filiar-se ao PSB, por onde pretende concorrer ao Senado ou compor, na condição de vice, uma chapa presidencial liderada pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva, possui duas pré-candidaturas, quais sejam do senador Weverton Rocha (PDT), que lidera todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento (reveja e reveja), e do vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

Os três, inclusive, tiveram uma conversa recente sobre o tema, oportunidade na qual Dino garantiu que continuará seguindo critérios já adotados para definir o nome do seu sucessor.

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho, que, além do PL, controla o Patriotas e o Avante, já teve a pré-candidatura renegada pelo ainda comunista.

Das 15 legendas que gravitam na órbita de poder do Palácio dos Leões, Weverton já tem o apoio declarado de seis – PSL, Cidadania, Republicanos, DEM, PSB, além do próprio PDT – podendo ampliar a base com as adesões do MDB, PT, PP e PSD.

Paralelo a isso, possui aliados de peso, como os presidentes Othelino Neto (Assembleia Legislativa), Osmar Filho (Câmara Municipal de São Luís) e Erlanio Xavier (Famem); além de centenas de prefeitos, vereadores, deputados e outras lideranças políticas.

Brandão, por sua vez, continua isolado, possuindo apenas o apoio do seu próprio partido e de alguns agentes do governo, como o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares; o ex-governador José Reinaldo Tavares, recém sinecurado no Porto do Itaqui; e o ex-prefeito Luis Fernando Silva, que deixou São José de Ribamar para abrigar-se na inexpressiva Secretaria de Estado de Projetos Especiais.

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