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Com Helena Duailibe, saúde municipal está na UTI

A saúde pública de São Luís hoje vive um dos piores momentos da sua história, é uma verdadeira calamidade o que acontece na saúde e nos hospitais públicos da rede municipal. Há quase sete meses, a maioria dos fornecedores de serviços, materiais e insumos hospitalares não recebem um tostão sequer da Prefeitura de São Luís, que vai desde o fornecimento de material de higiene pessoal, remédios e medicamentos, a materiais de uso médico, como luvas, gases e esparadrapos.
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Todo o serviço de radiologia e exames de imagem também estão comprometidos e prestes a parar, pois há 7 meses a Secretaria de Saúde do município de São Luís não paga ninguém: médicos, técnicos e fornecedores. Algumas empresas já ameaçam parar com os serviços, como a própria White Martins, que fornece gás, oxigênio, hidrogênio e gás carbônico para os hospitais, alegando que não há mais condições de continuar fornecendo sem receber nenhum tostão.
É lamentável perceber o caminho que segue a saúde pública de São Luís. A prefeitura não consegue arcar com as suas responsabilidades financeiras junto aos prestadores de serviços, o que leva hospitais, como Socorrão 1 e 2, a pararem com os serviços; serviços básicos de extrema importância, que não foram pagos pelo gestor público.
Deixamos a palavra à secretária de saúde, Helena Duailibe, e ao prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, para que expliquem porquê os recursos municipais não foram aplicados para o pagamento de fornecedores da área de saúde.

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