terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Marcial denuncia buraqueira deixada em ruas e avenidas por empresas terceirizadas


O vereador Marcial Lima (PRTB) denunciou, em suas redes sociais, a danificação de vias públicas de São Luís por empresas terceirizadas de telefonia e de abastecimento de água e saneamento.
O parlamentar alertou que em muitos serviços as referidas empresas quebram o pavimento e a camada asfáltica não é resposta, restando a buraqueira e todos os transtornos decorrentes desse problema de infraestrutura.
Marcial Lima tomou com exemplo a obra realizada pela operadora Vivo na Rua Jaú, no Conjunto Habitacional Turu. Após removerem parte do asfalto da via para instalação de uma rede de cabos subterrâneos, operários e técnicos da empresa taparam os buracos com concreto de má qualidade. Resultado: ano ao patrimônio público, prejuízo á mobilidade e risco de acidentes.
O vereador ressaltou que está cumprindo o seu papel de fiscalizar a cidade e advertiu a Prefeitura de São Luís quanto a necessidade de acertar previamente com as terceirizadas o devido reparo das vias após as intervenções. “A Prefeitura deve marcar presença nos bairros onde há esse tipo de problema para que sejam tomadas as devidas providências”, defende, conclamando os cidadãos a apresentarem suas reclamações via redes sociais e demais canais disponíveis.
Marcial Lima alertou, ainda, que a situação tende a se agravar com a intensificação do período chuvoso.
O representante do parlamento municipal também chamou atenção da prefeitura e até mesmo do Ministério Público para a escavação do acostamento da Avenida São Luís Rei de França, nas imediações da Fribal. Ele denunciou que a vala escavada junto à calçada da movimentada avenida não tem qualquer sinalização, o que representa perigo de acidentes, principalmente à noite. “Um motorista pode perder um pneu ao cair nessa vala”, adverte.

Marcial citou, ainda, a Rua das Cegonhas, no Olho d’Água, que também foi escavada e jamais foi recuperada pela empresa executora da obra, restando aos moradores e demais pessoas que por ali circulam uma via quase intrafegável. “Não sou contra as obras executadas por essas empresas, mas é preciso evitar os transtornos”, observou.