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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Mais uma tragédia é sinal para redobrar atenção com barragem da Alumar

Depósito de resíduos de bauxita da Alumar no Distrito Industrial
A segunda tragédia com rompimento de barragem em 3 anos no estado de Minas Gerais ascende ainda mais o sinal de alerta para a barragem da Alumar em São Luís, onde os dejeitos são mais perigosos do que os que foram despejados em Brumadinho-MG.
A áreas de resíduos de Bauxitas( ARB) que ocupam cerca de 50 hectares na zona rural de São Luís. São lagos de detenção de lama residual de Bauxita. Mesmo sem nenhum acidente registrado, ativistas ambientais constantemente denunciam o risco.
Logo após a tragédia de Mariana, o jornal O Imparcial fez uma reportagem sobre o depósito de resíduos da Alumar, publicada em 22 de janeiro de 2019 (veja aqui). A Alumar não falou com o jornal e até hoje não convocou uma coletiva de imprensa para explanar sobre a segurança, os impactos ambientais e tranquilizar toda a sociedade maranhense sobre este enorme depósito.
Como a Vale não aprendeu com a primeira tragédia e tivemos um novo desastre, agora é o momento da Alumar se pronunciar já que um dia antes da tragédia de Brumadinho, a Alumar anunciou com pompa, um investimento de R$ 1,7 bilhão e geração de 1.500 novos empregos no Maranhão. Com tanto dinheiro, é esperado que o investimento em segurança e sustentabilidade seja eficiente.
As autoridades estaduais e federais também precisam demonstrar que existe fiscalização e controle.

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