sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Movimento em defesa da UFMA pede autonomia e descentralização

Ex-reitor Natalino Salgado e a professora do Departamento de Comunicação Social Zefinha Bentivi acompanharam as discussões
A caravana do movimento PACTO PELA UFMA está percorrendo os 9 campi da Universidade Federal do Maranhão. Este é o maior fórum de discussão de questões relacionadas às problemáticas da Universidade. Na última terça-feira (6), professores, estudantes e técnicos administrativos reuniram-se no campus de Codó, onde puderam expor as insatisfações decorrentes das problemáticas que a UFMA tem vivido recentemente. O Sindicato dos Professores da UFMA tem participado amplamente dos debates, assim como o Sindicato dos Trabalhadores em Terceiro Grau do Estado do Maranhão – Sintema. Centros e Diretórios acadêmicos do Campus de Codó também participaram, onde puderam alavancar os debates em torno da Universidade que queremos SER.
O evento reuniu cerca de 400 pessoas no auditório da UFMA Campus de Codó, garantindo espaço, voz e vez para a comunidade acadêmica local.
Evento reuniu cerca de 400 pessoas no auditório da UFMA Campus de Codó, garantindo espaço, voz e vez para a comunidade acadêmica local
O estudante o curso de Biologia, Waldison Marques, destacou a importância do movimento: “Precisamos abrir diálogo e conversa. Creio que os pontos frisados serão discutidos amplamente com a comunidade acadêmica”, afirmou o aluno.
O professor Arkley Bandeira, presidente do Sindicato dos Docentes da UFMA, destacou a importância da descentralização das discussões sobre a Universidade: “É uma grande vitória começar o movimento pelo continente, que tem demandas muito especificas. Precisamos colher distintas opiniões sobre esse processo democrático, que é pensar da UFMA que temos para a UFMA que queremos ser, destacou o docente.
O Sindicato dos Professores da UFMA tem participado amplamente dos debates, assim como o Sindicato dos Trabalhadores em Terceiro Grau do Estado do Maranhão (Sintema)
No dia seguinte a caravana se deslocou para o campi de Bacabal, onde através de reuniões com técnicos administrativos e professores, puderam colher diversas reivindicações, sobretudo em relação à importância e necessidade de autonomia e descentralização dos campi do continente. A agenda seguira na próxima semana nos campi de São Bernardo e Chapadinha.