segunda-feira, 27 de março de 2017

Waldir Maranhão diz que será candidato ao Senado com apoio de Lula e Flávio Dino


Animado com a disputa de 2018, Waldir Maranhão (PP), afirmou ao blog do Ligeiro,  que será candidato ao Senado Federal com apoio do ex-presidente Lula (PT) e do governador Flávio Dino (PCdoB), além claro também da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O deputado federal maranhense confirmou que tem um convite particular de Lula para que ele se filie no PT e dispute uma vaga na câmara alta do Congresso Nacional.
“Fui convidado a me filiar no PT pela Dilma e pelo Lula”, revela Waldir Maranhão. Questionado sobre a possibilidade de algum tensionamento no Maranhão por conta de sua filiação, o deputado federal acredita que não vai haver nenhum problema, afinal será uma orientação partindo de cima para baixo e sendo de um dos maiores líderes do partido no plano nacional.
Vislumbrando essa possibilidade, Waldir Maranhão já tem adotado o peculiar pronome de tratamento dos petistas, “companheiro”, para saudar aliados políticos e claro, membros do próprio partido.
Além dos petistas, Waldir Maranhão também acredita que o governador do Maranhão irá lhe apoiar também, inclusive ele chega a lembrar: “Flávio Dino não pode escolher os candidatos ao Senado de forma palaciana”. Na avaliação do ex-presidente da Câmara Federal, o chefe do executivo estadual não vai se basear em amizade política, mas sim nas condições de viabilidade de vitória para o cargo.
Waldir Maranhão acredita que está muito bem posicionado para a disputa e até chega a comentar, “tem candidato ao Senado dizendo que vai ter apoio de vários prefeitos, mas muitos do partido dele vão votar é mim, fora que ainda tenho vários apoios, inclusive de prefeitos oposicionistas”, declarou.
Waldir Maranhão é cotado a disputar o Senado em 2018, após um acordo com o governador Flávio Dino em 2016. Naquela oportunidade, o deputado federal votou contra o impeachment da ex-presidente Dilma e ainda desenvolveu manobras para tentar atrapalhar o processo de cassação da petista enquanto esteve como presidente da Câmara Federal.