quinta-feira, 13 de outubro de 2016

As eleições desse ano com a Candidatura de Josinha Cunha e o desembarque na Cidade de Zé Doca do seu irmão, o Deputado Josimar do Maranhaozinho, apelidado por ele mesmo de “Moral da Br 316” foram recheadas abusos.



O todo poderoso da região do Turi, deputado Josimar
Por Pedro Holanda

O candidatura do Professor  aposentado Zé Costa,  ex reitor do IFMA, ex secretário estadual de educação,  e morador de Zé Doca, teve forte apoio popular e 10.800 votos, mas não resistiu na reta final aos abusos e ilegalidades cometidas pelo grupo político liderado pelo Deputado “MORAL DA BR”.
O deputado e seus seguranças transitavam livremente pelas ruas da cidade armados de Pistolas e faziam questão de portar na presença das pessoas, especialmente quando o Deputado  descia do seu avião no aeroporto de Zé Doca com a Pistola na mão, para provar que “ O Moral da BR 316 Chegou”.
Andava fortemente escoltado pelos Jagunços PMs reformados Subtenente Fonseca e CB Lourenço, além de outros desconhecidos. Subtenente Fonseca promovia saraivada de tiros de pistolas nas noites de Zé Doca para amedrontar os fiscais da Coligação de Zé Costa, e oportunizar aos seus comparsas comprarem votos à vontade nas visitas noturnas que o MORAL fazia, seguido de sua Irmã Josinha Cunha, Candidata a prefeita, pelo PR; pelo ex-prefeito Natin, preso pela Operação Estadual contra  agiotagem; pelo candidato a vereador Fábio Capixaba,  preso pela Polícia Federal no dia das eleições, pela compra de votos, e mais um bando de compradores de votos. E assim provava que é fácil demais ser  e ter muito MORAL , enquanto compra o MORAL de quem tem fome e está disposto a vender os votos da família. Mas com a compra simples de votos ele não conseguiria mudar o quadro, então inovou, e passou a comprar por um dia os Títulos Eleitorais e as Carteiras de Identidade dos eleitores pobres  das comunidades onde sabia que Zé Costa era mais forte. Pegou emprestado através da Sra. Norma Mendonça e pelo indivíduo conhecido por Namoda, pelo dia das eleições, centenas de títulos eleitorais no povoado Nova Conquista e Ebenésia e em diversos povoados do interior do Município.
Mas como só essas coisas não bastavam para virar o jogo a seu favor, o Deputado Josimar e sua irmã, na  noite anterior às eleições,  mandou espalhar nos povoados do interior e divulgou através de milhares de cópias de uma falsa carta de  renúncia,  jogadas pelas ruas dos principais povoados do interior de Zé Doca, que Zé Costa não era mais candidato e havia renunciado, baseado em uma pesquisa que o colocava fora do páreo.
E o lance final foi dado pelo Gerente da Rádio Alvorada de Zé Doca Ltda. Constantino Neto. Constantino como é conhecido foi um dos principais articuladores e chefes de Campanha de Josinha Cunha, irmã do Deputado Moral da BR. No dia da eleição por volta de 9:00 horas da manhã abriu um programa onde entrevistava amigos de Josimar e detonava a candidatura de Zé Costa e de seus candidatos a vereador. E de 10 em 10 minutos noticiava que Zé Costa não era mais candidato e que havia renunciado pra não perder a eleição. O município de Zé Doca tem povoados distantes mais de 80 quilômetros da sede Zé Doca com grande colégio eleitoral e esses eleitores não tiveram como ser avisados que a mentira do Gerente da Rádio Alvorada Constantino Neto era pra detonar a Candidatura Popular do Professor Zé Costa.  E como só havia dois candidatos a prefeito, Josinha Cunha e José Ferreira Costa, parte dos eleitores se absteve e o restante votou em Josinha , para não perder o voto.
Foi assim que Josimar do Maranhaozinho,  “O Moral da BR 316”, destruiu a candidatura popular do professor Zé Costa ganhando a eleição com 12.800 votos, enquanto Zé Costa com toda bandidagem contra si ainda teve 10.800 votos.
Mas como disse no início, é fácil ter MORAL tomando a MORAL de quem tem fome.

Mas pra avacalhar o negócio agora o MORAL espalhou para seu  grupo em Zé Doca que tem moral mesmo, e  influência no Tribunal Regional Eleitoral  para resolver o problema que envolve os vereadores de sua coligação e os vereadores da coligação de Zé Costa, que por ordem da Justiça Eleitoral de Zé Doca não tiveram os votos contabilizados.