segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Luís Fernando visita comunidades em Ribamar discutindo melhorias

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O candidato a prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PSDB), da coligação “Aliança Democrática Ribamarense”, que reúne 20 partidos, visitou na última semana mais de 20 bairros da cidade, na atividade de campanha denominada “Chegou Chegando”.
Por onde passou, Luis Fernando recebeu o carinho dos moradores. Muitos seguiram nas caminhadas com o candidato majoritário, com o vice, Eudes Sampaio, com os candidatos a vereador e demais correligionários.
“Por onde passei, recebi declarações de apoio e reconhecimento pelo trabalho que fiz, não só referente aos seis anos que administrei o município, mas por tudo que consegui para São José de Ribamar desde que entrei na vida pública”, disse o candidato.
Apesar do curto período de campanha, no máximo 40 dias, efetivamente, o objeto do candidato e da equipe de campanha é percorrer os mais de 130 bairros de São José de Ribamar.
De terça-feira (23) a domingo (28), Luis Fernando percorreu ruas dos bairros Juçatuba, Bom Jardim, Andiroba dos Gouveias, Vila Roseana Sarney, Mestre Antonio, Mangueirão, Parque Araçagy, Village Araçagy, São Benedito, Quinta, Cidade Alta, Sarney Filho II, Vila Marlene, Matinha, Nova Terra, Recanto da Paz, Santa Terezinha, Vilas Cafeteira, Karol, Kiane e Isabel, Maiobinha e J. Câmara.
Nas conversas com os moradores, olhando no olho do cidadão, Luis Fernando reforçou o discurso que tem sido o tom da campanha, o de reconstruir São José de Ribamar. “Recursos são sempre escassos para quem trabalha. Mas, mesmo assim é possível fazer muita coisa. É lógico que um prefeito não pode tudo, mas pode muito. E como já fizemos, vamos fazer de novo em prol do desenvolvimento da nossa cidade”, enfatizou o tucano.

Wellington intensifica campanha nos bairros da capital



O candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP), da Coligação “Por Amor a São Luís”, finalizou sua agenda neste fim de semana com uma rodada de dois grandes encontros que reuniram cerca de 900 pessoas nos bairros Aurora e Cruzeiro do Anil.
O primeiro encontro ocorreu pela manhã, no bairro da Aurora, onde Wellington foi recebido com festa pelos moradores da região. Pelas ruas em que passava, ao lado do candidato a vereador Júnior do Comércio (PP), populares demonstravam, por meio de abraços, apertos de mão e pedidos para selfies, a confiança de que, a partir de janeiro de 2017, o bairro não será mais esquecido pelo poder público municipal.
À tarde, no Cruzeiro do Anil, o progressista voltou a receber manifestações de confiança e carinho da população, que o recebeu com festa. Cerca de 400 pessoas participaram do evento organizado pelo candidato a vereador Nane da Feira (PHS).
Como tem sido feito em todos os encontros, Wellington não apenas caminhou pelos bairros, mas se sentou juntamente com os moradores da região, falou da importância de cada cidadão no processo político e relembrou que é o povo que tem o poder de colocar e de tirar seus governantes.
“Nós temos o compromisso de arrumar essa bagunça. Temos de colocar quem tem atitude para resolver e tirar quem apenas promete, que tem a coragem de repetir as mesmas promessas, mas nada faz”, disse.

Polícia Civil do Maranhão vai discutir em Assembleia adesão à paralisação nacional da categoria


O XVI Congresso Nacional da Confederação dos Trabalhadores Policiais Civis-Cobrapol encerrou neste sábado, 27 de agosto, suas atividades no hotel Luzeiros, em São Luís, com a definição de uma Paralisação Nacional da Polícia Civil do país.
A paralisação nacional da Polícia Civil será realizada no dia 21 de setembro, e contará com a participação dos Estados brasileiros que são filiados à Cobrapol, que irão realizar a mobilização contra o Ciclo completo de polícia, a PLP 257, a Unificação das policias, a Reforma da Previdência, a Aposentadoria e a PEC 24, medidas estas que estão tramitando no Congresso Nacional. Em seguida também será realizada uma caravana em Brasília-DF, no dia 14 de setembro, onde a Cobrapol e os sindicatos filiados ficarão acampados contra o pacote de medidas do Governo Federal.
Como indicação da Cobrapol até o dia 15 de setembro, todos os sindicatos irão convocar as Assembleias Gerais específicas em seus Estados para deliberam e mobilizarem à categoria para a paralisação nacional.
“Saímos do Congresso com uma decisão deliberada pela Cobrapol, mas também pelos líderes de entidades do país que estão participando do encontro que decidiram de forma unânime pela realização da Paralisação como forma de aviso aos governadores que na maioria estão insensíveis aos problemas sociais. Será um grito de alerta paralisando as atividades da Polícia Civil por 24 horas, para chamar a atenção da população contra as maldades que atingem diretamente o serviço público e a categoria que estão sendo discutidos no Congresso Nacional”, disse Jânio Gandra, presidente da Cobrapol.
A mobilização não é só de interesses dos Policiais Civis, mas de todos os servidores públicos que também podem ter a retirada de seus direitos. “Estamos fazendo encaminhamentos e fazendo deliberações por conta dos projetos que são prejudiciais a todos os servidores do Brasil e não apenas aos Policiais Civis, que precisam nesse momento se unir e organizar-se para fortalecer a luta para garantir os direitos já consagrados”, disse Heleudo Moreira, presidente do SINPOL-MA.
Para Anderson Amorim, do SINPOL-SC, os Policiais Civis não podem aceitar as medidas que estão sendo debatidas no Congresso Nacional que irão atingir diretamente à categoria e a segurança pública do país. “A unificação hoje é inviável, primeiro devemos evoluir e lá no futuro poderemos discutir, mas antes é necessário passar por essa experiência dentro da própria carreira. A PLP 257 é altamente maldosa por sacrificar o funcionalismo público”, disse.
Os Policiais Civis do Estado de Goiás enfrentam uma situação ainda mais difícil. “Estamos discutindo questões pertinentes a todos os sindicatos, como a interferência de outras instituições em nossas atribuições. O nosso Estado passa por um problema seríssimo, o Governador querendo reduzir os gastos resolveu reduzir o salário dos Policiais Civis em dois terços criando dois novos cargos. Assim ele pretende pagar mil e quinhentos reais onde passaremos a ter o menor salário do país. E se vigorar esse projeto todos os Policiais Civis do país estarão ameaçados. É um alerta que estamos fazendo aos colegas que estão presente no Congresso e que também estão acompanhando a nossa luta”, disse Paulo Sérgio, presidente do SINPOL-GO.
O encontro foi realizado de 25 a 27 de agosto em São Luís e contou com a participação dos Estados do Maranhão, Goiás, Paraná, Espírito Santo, Acre, Pará, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, entre outros.

Pesquisa espontânea mostra Wellington já a frente de Eliziane

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Júnior Verde defende integração econômica dos estados da Amazônia Legal

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No primeiro dia de programação da VIII Reunião Ampliada do Parlamento Amazônico, que acontece nesta quinta (25) e sexta (26) em Manaus (AM), o deputado estadual Júnior Verde (PRB) solicitou a integração econômica dos nove estados integrantes do colegiado. O parlamentar foi recebido na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas pelo presidente do Parlamento Amazônico, o deputado Sinésio Campos (PT).
A programação do encontro teve início na manhã desta quinta (25), quando os deputados que representam os nove estados debateram temas relevantes como a Zona Franca Verde, a praticagem na rota Manta/Manaus e as problemáticas ambientais envolvendo a seca na Amazônia para 2016.
“Defendi a integração econômica dos nove Estados da Amazônia, o que certamente irá ampliar a Zona Franca Verde. É necessária a união de forças e de esforços para o desenvolvimento da região. Essa integração se estende aos governos estaduais, parlamentos estaduais e governo federal”, defendeu Júnior Verde.
Fazem parte do Parlamento Amazônico os nove estados quem compõem a Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

STF define normas para emissoras realizarem debates eleitorais

Resultado de imagem para posicionamentos em debates eleitoraisPor maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na sessão desta quinta-feira (25) dar interpretação conforme a Constituição Federal a dispositivo da Lei 9.504/1997 para definir que os candidatos que têm participação garantida pela norma em debates eleitorais não podem vetar a presença de candidatos convidados pela emissora organizadora, mesmo que esse convidado não atenda ao requisito legal que garante a participação no evento.
A lei diz que a participação em debates está assegurada para candidatos de partidos que possuam mais de nove deputados na Câmara dos Deputados, facultada a participação dos demais pretendentes. Os ministros mantiveram, no entanto, as regras de distribuição de tempo da propaganda eleitoral.
A decisão foi tomada no julgamento conjunto das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5423, 5487, 5488, 5491 e 5577, ajuizadas por partidos políticos e pela Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert) para questionar pontos da chamada minirreforma eleitoral referentes à propaganda eleitoral gratuita e aos debates eleitorais no rádio e na TV.
O julgamento teve início nesta quarta-feira (24) com os votos dos relatores das ações, ministros Dias Toffoli e Rosa Weber, e dos ministros Luís Roberto Barroso e Ricardo Lewandowski.
Propaganda eleitoral
A maioria do Plenário, a respeito das modificações legislativas referentes à propaganda eleitoral gratuita, acompanhou o voto do ministro Dias Toffoli, relator, pela improcedência da ADI 5491.
Para o STF, as regras estabelecidas pela Lei Eleitoral (artigo 47 da Lei 9.504/1997) quanto à distribuição do tempo de propaganda eleitoral de maneira proporcional ao número de representantes na Câmara dos Deputados respeitam os princípios constitucionais da proporcionalidade e da razoabilidade.
Divergiram, neste ponto, os ministros Marco Aurélio e Celso de Mello. Para o ministro Marco Aurélio, a lei, ao prever para os maiores partidos da coligação tempo maior de propaganda eleitoral, impõe barreira aos partidos menores. Segundo o ministro, sem o respeito do Estado pelas minorias, “é impossível cogitar-se de estado democrático”. O ministro Celso de Mello também defendeu que às minorias não pode ser vetado o direito de oposição. “A regra legal rompe a igualdade de participação dos que atuam no processo eleitoral”, disse.
Debate eleitoral
Quanto aos questionamentos das ADIs 5423, 5487, 5557 e 5488, nas quais os partidos atacavam as regras que restringem a participação das agremiações com menos de 10 parlamentares nos debates eleitorais, os ministros, por maioria, decidiram que as emissoras podem convidar candidatos de partidos de representatividade mínima no Congresso, sem que os candidatos aptos possam vetar essa participação. A proposta foi levantada no início do julgamento no voto do ministro Roberto Barroso pela parcial procedência da ADI 5487, para conferir interpretação conforme a Constituição ao parágrafo 5º, artigo 46, da Lei 9.504/1997.
Nesse ponto, o ministro Dias Toffoli reajustou seu voto e concordou com a proposta do ministro Barroso. Para Toffoli, a possibilidade de a emissora convidar para debate eleitoral candidato não apto pela lei, sem a necessidade da concordância dos demais candidatos, “pode sim trazer maior densidade democrática ao processo eleitoral”. Votaram nesse sentido também os ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.
Pela procedência total da ação, votaram os ministros Marco Aurélio e Celso de Mello. Neste ponto, para Celso de Mello, a regulação normativa não pode comprometer o debate público, sob pena de transgredir a democracia deliberativa, “o que culminaria por aniquilar o direito básico que impõe ao Estado respeito ao princípio de igualdade de oportunidades”.
O ministro Teori Zavascki divergiu e votou pela improcedência desta ação. Para o ministro, “incluir uma categoria de participante que não está na lei trata-se de inovação no sistema escolhido pelo legislador”. Zavascki foi acompanhado pela ministra Rosa Weber e, no mesmo sentido, já havia votado o ministro presidente, Ricardo Lewandowski, no início do julgamento da ação.

Torcida do Moto inicia a compra de ingressos para o jogo do ano

A venda de meia-entrada para a decisão de sábado entre Moto e Atlético-AC, pela Série D do Campeonato Brasileiro, começou nesta quinta-feira na sede do Sócio Motorizado.
O clube optou pela venda em sua sede administrativa para ter mais controle após as inúmeras reclamações de torcedores quanto as ações de cambistas.
De forma tranquila, os torcedores que tem direito à meia-entrada começaram a comprar seus ingressos.
Além da meia-entrada, os ingressos ao preço normal também estão à venda na sede do Sócio, na loja Luiza Variedades, no Centro, e Nhozinho Santos.
O setor 1 está R$ 20, o setor 4 está R$ 30 e o coberto está R$ 50. O Moto está no jogo do acesso, partida histórica do clube, mas os preços foram congelados e são os mesmos praticados no Campeonato Maranhense.
Torcedor, jogue com o Papão. Vamos subir, Moto!